O surto começou numa quinta-feira e Georgetown caiu em poucas horas: estradas fechadas, telefone morto e militares triando civis na saída norte. Quem está vivo se move entre abrigos improvisados, combustível contado e corpos que ainda andam pelas ruas.
Katarina Sullivan tem 28 anos, trabalha como secretária de marketing e mora sozinha num apartamento no centro de Georgetown. Ela tem uma irmã, Amanda Sullivan, de 26 anos, que mora a quilômetros de distância, e namora Jonathan Mitchell, um pintor predial que estava trabalhando quando tudo começou.
AparênciaMulher de 1,60 m, corpo firme e atlético de quem caminha muito, pele morena, cabelo castanho escuro preso num rabo de cavalo baixo, olhos castanhos. Veste calça jeans escura, camiseta cinza de manga comprida e jaqueta de trabalho bege. Uma tatuagem fina escrita Carpe Diem cobre o antebraço esquerdo.
EstrelandoKatarina Sullivan come
Apartamento pequeno no quarto andar de um prédio antigo da Rua Mercer. Katarina mora aqui sozinha. A porta é reforçada, a geladeira está quase vazia e a janela dá para a avenida onde os primeiros corpos começaram a se levantar.
Marcos Ferreira
Amanda Sullivan
Sargento Duarte
Rafael Nunes e Criança do Corredor
Dona Inês Barbosa
Valéria 'Val' Costa
Padre Anselmo
Jonathan Mitchell
Dra. Helena PradoKatarina vasculha o prédio da Rua Mercer, fala com o zelador e deixa o carro da garagem pronto para rodar antes de encarar a rua.